quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

A velha opinião formada sobre tudo

Raul Seixas - Metamorfose Ambulante


Não, não é música, até porque o velho Raulzito já cantou isto há muito tempo atrás.

Eu fico impressionado com a habilidade que o povo brasileiro tem de emitir opinião sobre qualquer assunto, seja ele conhecido ou não. Claro que quando falo do povo brasileiro não estou salvando ninguém, eu, meu pai, os políticos, repórteres, blogueiros e quem mais quiser ser brasileiro nesta hora.

Se o assunto for futebol nos orgulhamos em dizer que somo 200 milhões de técnicos, mesmo os que ainda não nasceram entram na conta.

No caso da brasileira Paula que está sendo indiciada na Suíça foi dito que ela era portadora de Lúpus. Pronto, 95% da população virou médico especializado neste assunto.

A camada de pré sal da Petrobrás já contou com 95% de técnicos especializados em extração de petróleo em altas profundidades.

Quem ainda não se atreveu a fazer parte de 95% da população seja nestes ou em outros assuntos que atire a primeira pedra.

Falo em 95% porque os 5% restantes são realmente os especialistas nos assuntos.

O que será nos leva a fazer este tipo de coisa?

Será algum estigma de povo subdesenvolvido?

Ou será a vontade de se imaginar culto?

Nós vivemos em tantos desencontros que não conseguimos imaginar estas coisas, vemos o governo preocupado com faculdades e não há carteira escolar nas escolas de base.

Temos maravilhosos geneticistas e ainda não aprendemos a doar sangue.Isto para não falar em verbas públicas, obras, empregos, saúde, interesses pessoais e tudo mais.Como mudar tudo isto?

Temos estas idéias arraigadas no inconsciente popular e acredito que serão necessárias de 4 a 5 gerações para se mudar tudo isto.

O que nos resta agora e começarmos nossa mudança interior e de nossos filhos, senão as coisas vão demorar ainda mais.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Consumo Consciente




Tô chamando você para ler, entender, participar. contagiar, alucinar e indicar para os amigos e blogueiros. Quem sabe unidos conseguimos mudar a cara do Brasil, a cara do consumidor, mudar a cara de quem passa fome.


Venha conhecer a campanha do instituto Akatu.


Pense rápido: o que é consumo?

A palavra é bem conhecida de todos e, seguramente, tem algum significado para você. Consumir implica em um processo de seis etapas que, normalmente, realizamos de modo automático e, mais ainda, muitas vezes impulsivo.

O mais comum é as pessoas associarem consumo a compras, o que está correto, mas incompleto, pois não engloba todo o sentido do verbo. A compra é apenas uma etapa do consumo. Antes dela, temos que decidir o que consumir, por que consumir, como consumir e de quem consumir.

Depois de refletir a respeito desses pontos é que partimos para a compra. E após a compra, existe o uso e o descarte do que foi adquirido.Considerando todos esses aspectos do consumo, você vai ver que ele está presente praticamente o tempo todo em nossas vidas.

Ao acordar, vamos ao banheiro e consumimos água, eletricidade, pasta de dente e sabonete. Depois tomamos café-da-manhã e lá vai café, pão, manteiga, geléia, frutas, água, eletricidade. E mais água para fazer o café e para lavar a louça. Quando saímos para o trabalho, a menos que se vá a pé ou de bicicleta, consumimos combustível, mesmo que seja do ônibus, e no caso do metrô, energia elétrica.

Dependendo da ocupação de cada um, haverá diferentes tipos de consumo, mas é quase certo que haverá uso de eletricidade, papel e cafezinho, por exemplo. Portanto, mesmo que você passe o dia todo sem sequer abrir a carteira, terá consumido muita coisa.Por isso o consumo é algo muito importante e que provoca diversos impactos.

Primeiro em nós mesmos, já que temos que arcar com as despesas do consumo e também nos beneficiamos do bem estar derivado dele. Depois, o impacto na economia, porque ao adquirirmos algo, movimentamos a máquina de produção e distribuição, ativando a economia.

Também afeta a sociedade, porque é dentro dela que ocorrem a produção, as trocas e as transformações provocadas pelo consumo. E por fim, o impacto sobre a natureza, que nos fornece as matérias-primas para a produção de tudo o que consumimos.

O consumo é um dos nossos grandes instrumentos de bem estar, mas precisamos aprender a produzir e consumir os bens e serviços de uma maneira diferente da atual, visto que o modelo hoje utilizado de produção e consumo contribuiu para aprofundar alguns aspectos da desigualdade social e do desequilíbrio ambiental. Mas as coisas não precisam ser assim e existe um enorme potencial para que o consumo que nos trouxe a essa situação, se exercido de outra forma, nos tire dela. Vamos ver como?
Consumo Consciente.

Bem, agora que você já sabe que muitos dos nossos atos são atos de consumo e que eles impactam a sua vida e as condições da vida no planeta, chegou a hora de saber como você pode usar suas escolhas de consumo para ajudar a construir um mundo social e ambientalmente melhor.

O caminho passa pela adoção do consumo consciente. E o que é consumo consciente? É consumir levando em consideração os impactos provocados pelo consumo. Explicando melhor: o consumidor pode, por meio de suas escolhas, buscar maximizar os impactos positivos e minimizar os negativos dos seus atos de consumo, e desta forma contribuir com seu poder de consumo para construir um mundo melhor. Isso é Consumo Consciente.

Em poucas palavras, é um consumo com consciência de seu impacto e voltado à sustentabilidade.O consumidor consciente busca o equilíbrio entre a sua satisfação pessoal e a sustentabilidade do planeta, lembrando que a sustentabilidade implica em um modelo ambientalmente correto, socialmente justo e economicamente viável.

O consumidor consciente reflete a respeito de seus atos de consumo e como eles irão repercutir não só sobre si mesmo, mas também sobre as relações sociais, a economia e a natureza.

O consumidor consciente também busca disseminar o conceito e a prática do consumo consciente, fazendo com que pequenos gestos de consumo realizados por um número muito grande de pessoas promovam grandes transformações.

O consumo consciente pode ser praticado no dia-a-dia, por meio de gestos simples que levem em conta os impactos da compra, uso ou descarte de produtos ou serviços.

Tais gestos incluem o uso e descarte de recursos naturais como a água, a compra, uso e descarte dos diversos produtos ou serviços, e a escolha das empresas das quais comprar, em função de sua responsabilidade sócio-ambiental.

Assim, o consumo consciente é uma contribuição voluntária, cotidiana e solidária para garantir a sustentabilidade da vida no planeta.Praticar o consumo consciente consiste numa atitude de liberdade de escolha e de protagonismo da própria existência. É uma tomada de posição clara, democrática e ética.

O consumo consciente fatalmente irá gerar uma reflexão e tal reflexão pelos consumidores deverá gerar uma cadeia de estímulos que irá contagiar positivamente as empresas e seus funcionários, sua família, colegas e amigos que, diante do exemplo, serão impelidos a refletir sobre os seus próprios atos de consumo.

Para ficar mais claro, vamos dar um exemplo simples. Você já deve ter ouvido falar que a água é um recurso natural escasso e que cerca de 30% da população mundial não tem acesso à água tratada de boa qualidade. Portanto, mesmo que você consiga arcar com sua conta de água, e portanto possa, em princípio, gastar o montante de água que lhe aprouver, tal fato trará como impacto a não disponibilidade de água, um recurso precioso e muito escasso, para um grande número de pessoas. Além disso, antes da água chegar à sua torneira, ela é tratada.

Esse tratamento custa dinheiro. Se você economizar, o volume de água tratada será menor e os custos serão mais baixos. Caso contrário, para aumentar o abastecimento, a prefeitura terá de investir em novas estações de tratamento, que exigirão investimentos e usarão o dinheiro que poderia ser aplicado em outras áreas, tais como saúde, educação ou transporte.

Um outro ponto a considerar é que, se a água for usada em quantidade maior do que a realmente necessária, talvez as fontes usadas já não consigam atender a demanda. Se isso acontecer, as autoridades terão de buscar água mais longe, o que provavelmente vai encarecer o custo da água e vai dificultar o acesso a ela pelas populações de mais baixa renda.A falta de água de boa qualidade provoca diversos males.

Entre 1995 e 2000, só no Brasil, ocorrerram 700 mil internações hospitalares por doenças relacionadas à falta de água e saneamento básico. Portanto, quando você fecha a torneira ao escovar os dentes, ao se ensaboar no banho e ao lavar a louça, você está praticando um ato de consumo consciente, um ato que terá um impacto positivo sobre a sociedade porque ajudará a preservar água para os outros; terá um impacto positivo para a economia porque adiará a necessidade de novos investimentos no setor; terá um impacto positivo sobre a natureza porque não estará pressionando as nascentes; e terá um impacto positivo para você, que vai economizar na conta de água.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Quero chegar em casa assim.... Sem trânsito !!!

Imagina na hora do "rush" você saindo do trabalho e indo para casa com prazer e alegria, sem transito, sem semáforos, flanelinhas ou vendedores.

Consegue ir para casa somente com roupa de banho e ainda passa no mercado e na biblioteca.Pronto, 10 minutos e chegou.

Quer saber como isto é possível?

Veja o vídeo.


Vida de amante

Pessoal estava lendo este texto e achei muito interessante, coerente e que mostra exatamente o que acontece com algumas pessoas. Ser a outra ou o outro é uma cruz difícil de carregar. Com um olhar apurado, entenda como o triângulo amoroso é formado e saiba superar...

Por
Márcia Atik - Psicologia Texto original no site MinhaVida.

Esse texto surgiu por conta de uma demanda enorme de dúvidas que recebi de internautas sobre ser amante, ter amante ou mesmo ser vítima de um amante. Num primeiro momento, vem à mente a imagem da "femme fatale", aquela mulher sem escrúpulos que inferniza e atormenta a vida de casais felizes. Apesar da minha intimidade em lidar e me envolver com questões ligadas à sexualidade, confesso que fiquei um tanto perdida, pois idéias e verdades absolutas (e outras nem tanto como veremos) me assaltaram e percebo que isso ocorreu por conta da mudança da sociedade, do papel e dos anseios da mulher.

Desde já ressalto que me restringirei apenas às amantes mulheres. Mas isso não quer dizer que a recíproca não seja verdadeira nesse momento de igualdade sexual. Admito que ainda há homens que se satisfazem em se relacionar com mulheres comprometidas, seja por amor, comodismo, opção ou ânsia de preservarem sua individualidade e liberdade, como muitos pensam.

Mas como eu dizia vou tentar dissecar um pouco esse papel tão malvisto, perseguido, vilipendiado, porém presente nas melhores famílias e também naquelas acima de qualquer suspeita. Porque o fato de se apaixonar, se interessar ou mesmo desejar uma pessoa foge totalmente do controle racional.
Não quero aqui fazer uma apologia do adultério e da traição. E sim enxergar sem falso moralismo uma prática que existe e, na maioria das vezes, quando descoberta é vivenciada com a força de um furacão destruidor e, na medida em que discutimos, dissecamos e trazemos à baila da razão, podemos até auxiliar casais que estão à beira do precipício por conta dessa situação.

Na terapia de casal não é raro deparar com a amante principalmente como um sintoma do casamento ou do momento de individualidade de seus membros. Questões que se bem trabalhadas pelo casal, caso necessário com ajuda terapêutica, podem resultar num desfecho surpreendente, quer unindo de vez o casal ou separando se essa for a melhor solução. Mas com uma compreensão realista da vivência que diminui e muito as dores que, sem dúvida, vêm no rastro dessa situação.

Na maioria dos casos, ainda se vê o modelo antigo e arcaico de se ter uma amante para perpetuar o poder do macho no sentido de posse ou para exercer na realidade a fantasia do sultão em seu harém. Claro que os motivos diferem de acordo com a história pessoal e até da camada social.

Aqui eu gostaria de falar da mulher que antigamente seria a “teúda” e “manteúda”. Mas isso mudou e, apesar da motivação masculina não ter mudado muito, a da mulher ganhou contornos mais independentes. Ela pode ter a limitação do romance escondido, mas apesar disso, cultiva de forma especial uma vida própria com suas amizades sem que o investimento na relação secreta as deixe solitárias e excluídas da sociedade como no modelo tradicional das mulheres que por amor, carência ou modo de vida subjugavam-se ao “sexo-poder”.

Como repercutem ainda na criação e nas experiências familiares, muitas moças preferem o modelo de relacionamento da esposa subordinada ao marido para se preservarem donas da sua própria vida.

Também existe uma exacerbação do romantismo e do amor de perdição que numa determinada fase da vida fazem com que o homem proibido ou impossível seja o que mais satisfaça.

É verdade que apesar disso o modelo da amante ameaçadora que telefona e faz chantagem ainda existe. Mas isso ocorre na minoria dos casos, pois em sã consciência fugir da pseudo-prisão do casamento e cair numa arapuca dessa ninguém merece! Contudo, infelizmente ainda se vê isso e neste caso quem mais procura apoio psicológico são as vítimas dessa situação: maridos e esposas, traídos e traidores, ficam perdidos quando isso ocorre.

As mil facetas do adultério e da traição são difíceis de serem descritas, porém o que vale aqui é chamar a atenção para essa vivência que, por inúmeros motivos intrapsíquicos, são fomentadas e quando as pessoas se dão conta estão vivendo num carrossel de emoções.

A princípio, pode ser agradável pela descarga de adrenalina, mas com o amadurecimento esperado das relações, essas emoções ou sucumbem ou geram grande dor e sentimento de desvalia.

Portanto vale analisar com carinho e sem paixão a motivação que leva as pessoas a se envolverem em relacionamentos que trazem pouca contribuição ao desenvolvimento pessoal.

Com medo de ser tachada de moralista, explico que é uma relação pela metade, assim como a esposa também o é na grande maioria dos casamentos. Essa dicotomia aparece em razão da polarização dos papéis de esposa e amante.
Do lado da esposa existem as preocupações e obrigações; do lado da amante, o prazer sexual e as conversas interessantes. Isso tudo numa busca incondicional de dois valores fundamentais: a preservação da liberdade e o bom relacionamento sexual.

Diferente do que possa parecer, o papel da amante com a possibilidade de ser sujeito, escolher, optar e ser independente fica nula, pois a amante submete-se, na maioria das vezes, a um papel passivo e até humilhante. Fica sempre à espera do parceiro e não é assumida na sua completude, sendo parcialmente companheira com muitas limitações. Provoco mais uma reflexão: os amantes escolhem ou apenas se conformam com esse tipo de relacionamento?

Numa época em que não se aceita mais ser metade não valeria a pena rever conceitos e necessidades para que as buscas fossem coerentes? Sei que sou romântica nessa leitura da possibilidade de acabar com as mazelas ou imperfeições. Mas, como diria o poeta, tudo vale a pena se a alma não é pequena
.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Bretton Woods você sabe o que é?

Muita gente nem sonha deve estar imaginando um lugar ou alguém, mas, prometo que serei rápido e não muito chato, afinal assuntos econômicos são um porre para muitas pessoas. Bom já deu para perceber que não se trata de lugar nem pessoa.

Em 1944 enquanto ainda a guerra rolava os 45 países aliados se reuniram Mount Washington Hotel, em Bretton Woods, New Hampshire, a intenção naquela data era fazer im plano de gerenciamento economico e ditar as regras das relações comercais internacionais.

O mais interessante disto foi que todas as regras foram negociadas.

Outra negociação foi a moeda, acordou-se que a moeda base seria o dolar os aliados passariam a estar ligadas ao dólar variando numa estreita banda de +/- 1% e o dólar estaria ligado ao Ouro. Bom, ainda nesta discussão criou-se o FMI (Fundo Monetário Internacional) e o Banco Mundial.

Então lembre-se que a guerra não havia acabado, não se sabia quem venceria e os 45 países elegeram os Estados Unidos da América.

Cara, por 20 anos o acordo funcionou, mas, tudo sempre tem um, mas, os problemas começaram a surgir na década de 60. Como os americanos estavam com problemas internos para pagar suas dividas resolveram emitir mais moeda.

Binnngooo!


Os outros aliados também tiveram que emitir moeda para manter a paridade do cambio e estavam gerando inflação fantasiosa. Não bastasse isto outra coisa que explodiu foi a balança comercial em 64 o superávit era de 6,8 milhões, em 71 havia um déficit de 2,9 milhões.

Sem contar que de tanto todos emitirem moeda não havia mais o lastro do ouro, deste jeito nem todo o ouro do mundo bastaria.

Em 15 de Agosto de 1971 o presidente Nixon chutou o balde e acabou com o acordo de Bretton Woods e à convertabilidade do dólar em ouro. Os caras fecharam as bolsas por uma semana para botar a casa em dia.

De lá para cá umas coisas acabaram e outras continuaram valendo.

Bom gente, outro dia eu continuo com esta ou outra história.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Eu entrevistei as três primeiras colocadas do diHITT

Bom pessoal estou apresentando a você três amigas da rede social diHITT. Gostaria que todos aprendessem a admirá-las assim como eu.

Como prova da liberdade que a net nos proporciona temos reunidas aqui uma paulista, uma carioca e uma portuguesa.

A homenagem é uma forma singela de reconhecimento do trabalho que elas realizaram em tão pouco tempo de “blogagem”.

As respostas foram preservadas na sua essência, apenas copiei e colei. Para que pudessem ser diferencias alterei a cor das letras.

Bom chega de papo furado e sigam a entrevista com estas três feras.

01 – Qual sua cidade / país?
Simone (Sissym) Rio de Janeiro / Brasil

Regina (requeri) são paulo/brasil

Emilia (Mikasmi1) Nasci no Porto – Portugal Recentemente vivo na Maia, uma cidade coladinha ao Porto

02 – Como conheceu o diHITT?
Simone (Sissym) Estava procurando informações sobre um assunto e encontrei palavras semelhantes num blog inscrito no DiHitt, achei curioso e comecei a ler, gostei tanto do que encontrei que fiquei!

Regina (requeri) através do gurugle ... rherhe ... através de busca no google

Emilia (Mikasmi1) Conheci através de um amigo. Na altura por simples curiosidade cadastrei-me, nem blog tinha

03 – Há quanto tempo você “bloga”?
Simone (Sissym) Recente, desde dezembro passado (2008).

Regina (requeri) 2 anos

Emilia (Mikasmi1) Muito pouco tempo. Desde meados de Agosto de 2008

04 – Porque você começou a “blogar”?
Simone (Sissym) Na verdade, não pensava fazer um tão cedo. Era um projeto ainda para frente.Os amigos do DiHitt começaram a perguntar, pedir, elogiar.

Regina (requeri) pq adoro escrever, pq adoro sobre o que escrevo ... rock'n roll e cinema.

Emilia (Mikasmi1) Quando me cadastrei no dihitt, comecei a ler blogs e confesso que me entusiasmei com algumas leituras. Não votava nem comentava, mas lia, isso criou em mim a vontade escrever. Tinha pedido a minha aposentadoria da escola pública, e achei que o blog poderia ocupar esse espaço vazio na minha vida. O desejo de continuar a ensinar e a vontade de aprender, fez com que eu criasse o aprendemos.

05 – Quanto tempo diário você dedica ao seu Blog?
Simone (Sissym) Eu desejo ter mais tempo, mas alguns contratempos me impedem atualmente.
Por isso que eu tinha dúvidas se era o momento.

Regina (requeri) o quanto me der vontade, o quanto puder ... a rotina traduzo assim ... pensar, escrever, publicar e namorar com ele ...

Emilia (Mikasmi1) A princípio perdia muitas horas. Agora, entre escolher os temas, recolher informação e tratá-la perco seguramente umas 2 horas. Leio muita coisa que entretanto vai aparecendo mesmo que não sirva para a notícia. Mas o que gosto mesmo é de fazer pesquisa e depois tratar a informação. Se a noticia for sobre arte demoro menos, mas também já fiz uma notícia sobre o Guggenheim no Rio que me demorou uma semana. Tive que ler vários jornais de 2004 para cá, não sabia nada sobre o assunto, tive que refazer a história toda. Deu-me muito prazer.

06 – Quanto tempo diário você dedica ao diHITT?
Simone (Sissym) Nem todos os dias. Mas quando entro é difícil de sair... nunca fico menos do que 2 horas. Eu realmente leio tudo que posso.

Regina (requeri) um pouco mais .

Emilia (Mikasmi1) Bom , isso é variável, mas leio sempre muitas notícias, comento, depois volto para ver os comentários, no mínimo umas 4 horas, mas às vezes mais.

07 – “Blogar” interfere na sua vida familiar ou pessoal? Quanto?
Simone (Sissym) Eu acho que qualquer tempo gasto na internet rouba nosso tempo para outras coisas, assim como aquelas pessoas que não deixam de assistir novelas. É necessário policiar.

Regina (requeri) jamais!!! não delego a ninguém o direito de interferir naquilo que me dá prazer ... rsrs ...

Emilia (Mikasmi1) Não interfere muito, coordeno as coisas de forma a dar conta das minhas outras actividades.
A família já percebeu que isto para mim é importante, é o meu trabalho.

08 – Você ganha ou ganhou dinheiro “blogando”? O que você pensa sobre isso?
Simone (Sissym) Não. Mas será muito bom, dependendo daquilo que me propuser a fazer e oferecer.

Regina (requeri) não ganhei ... ainda exercer um prazer ganhando grana??? ótimo!!!

Emilia (Mikasmi1) Não faz parte dos meus objectivos vir a ganhar dinheiro com o blog, isso obrigar-me-ia a repensar as minhas estratégias quanto ao blog e a redefinir objectivos. Não tenho nada contra o facto de se ganhar dinheiro com o blog, acho muito bem, tudo depende dos objectivos que cada um pretende atingir. Os meus distanciam-se dessa hipótese.

09 – Você pensa ganhar a vida “blogando” ou escrevendo? Seria um sonho?
Simone (Sissym) Blogando não, escrevendo sim. Eu amo ler e escrever. Desde minha infância tenho hábito de escrever livros. Lembro bem dos primeiros. Eu tinha uns 09 anos.
Pena que não foram guardados.

Regina (requeri) uma realidade exemplar, eu diria.

Emilia (Mikasmi1) Não de modo algum. Gosto do ensino, estou ainda ligada à profissão e na verdade é isso que gosto de fazer a par da minha pintura.

10 – Você tem algum “ritual” que você faz quando vai “blogar” ou escrever?
Simone (Sissym) Não. Quando escrevo gosto de me concentrar naquilo que estou fazendo, a minha mente está voltada para este lugar.

Regina (requeri) nenhum além de pensar ... boa idéia!!! vou escrever sobre aquilo!!!

Emilia (Mikasmi1) Não, nada de especial às vezes oiço música.

11 – O que é “blogar” para você?
Simone (Sissym) O Blog deveria ser um diário virtual, mas ele também tem sido apresentado como um noticiário, muitas vezes repetindo exaustivamente o mesmo tema que outros.

Regina (requeri)... é o terceiro prazer.

Emilia (Mikasmi1) É uma forma de comunicação, ensinar e aprender. Conhecer gente interessante, partilhar experiências e conhecimentos.

12 – Você é “viciada” em “blogar” ou escrever?
Simone (Sissym) Somente em ler, depois em escrever.

Regina (requeri) as duas coisas me dão muito prazer e, ter prazer é uma sensação imprescindível no dia, na vida ... se isto é um vício ...

Emilia (Mikasmi1) Penso que não, todos os dias trabalho no meu blog mas penso que não será um vício.

13 – Você se espelha ou tem algum ídolo no mundo “blog”?
Simone (Sissym) Não. Francamente não. Se eu fosse me espelhar seria em escritores.

Regina (requeri) não

Emilia (Mikasmi1) Há blogs que gosto muito, já os conhecia muito antes de conhecer o Dihitt, mas acho que estou muito longe de atingir esse nível. Não procuro seguir ninguém, faço o que gosto e como gosto.

14 – Você daria um conselho para quem está começando?
Simone (Sissym) Seja original, não seja mais um. Eu li que todo dia são despejados (este foi o termo usado numa revista estrangeira) 215 mil novos blogs em todo o mundo.

Regina (requeri) calma, paciência, uma letra de cada vez, deixa a empolgação pra mais tarde, organização, respeito.

Emilia (Mikasmi1) Ainda não atingi um nível que me permita aconselhar. Mas hoje, li uma notícia que fazia isso mesmo, dava alguns conselhos que achei muito interessantes, todos os dias saem notícias com bons conselhos. O Dihitt foi a minha escola e para quem começa é muito útil. Acho mesmo que é o Dihitt e não outro. Aqui, eu encontrei muita ajuda por parte de outros usuários, ajudas técnicas, conselhos sobre o funcionamento do site, postura em relação ao meu blog, muita coisa.

15 – Deixe uma mensagem para nos brindar?
Simone (Sissym) “Um homem não pode bem escrever se não gostar um pouco de ler” Clément Marot)

“O significado das coisas não está nas coisas em si, mas sim em nossa atitude com relação a elas” (Antonie De Saint Exupery)


Regina (requeri) estava pensando outro dia sobre a vocação "programática" do blogg. gosto da idéia de séries de posts, pensadas sob diferentes critérios mas preferia que elas fossem sobre o mesmo assunto, as mesmas afinidades estéticas, geográficas, coincidentes, musicais .... ai pensei em escrever, apenas, sobre rock, como o integrante univitelíneo dos meus devaneios musicais literários. não sei exatamente quando foi que eu achei que haveria um jeito de ligá-lo a outras esferas. blogg é uma coisa que serve mesmo como veículo da empolgação. então, estou pensando seriamente em criar outro pros assuntos intrometidos, em breve. a cidade muda, as relações entre as pessoas mudam, as idéias mudam, as idéias sobre blogg mudam ... então ...

Emilia (Mikasmi1) Deixo, um pensamento do Deepack Chopra
Todas as pessoas possuem uma finalidade na vida, uma dádiva singular ou um talento especial para oferecer aos outros.
Quando pomos o nosso talento especial ao serviço dos outros, experimentamos o êxtase e a exultação do nosso espírito, que é a finalidade suprema da vida

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

A Vida

Já escondi um amor com medo de perdê-lo,
Já perdi um amor por escondê-lo....
Já segurei nas mãos de alguém por estar com medo,
Já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida,
Já me arrependi por isso...
Já passei noites chorando até pegar no sono,
Já fui dormir tão feliz,
Ao ponto de nem conseguir fechar os olhos...Já acreditei em amores perfeitos,
Já descobri que eles não existem...
Já amei pessoas que me decepcionaram,
Já decepcionei pessoas que me amaram...Já menti e me arrependi depois,
Já falei a verdade
E também me arrependi...
Já fingi não dar importância a pessoas que amava,
Para mais tarde chorar quieto em meu canto...
Já sorri chorando lágrimas de tristeza,
Já chorei de tanto rir...
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena,
Já deixei de acreditar nas que realmente valiam...
Já tive crises de riso quando não podia...
Já senti muita falta de alguém,
Mas nunca lhe disse...
Já gritei quando deveria calar,
Já calei quando deveria gritar...
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns,
Outras vezes falei o que não pensava para magoar outros...
Já fingi ser o que não sou para agradar uns,
Já fingi ser o que não sou para desagradar outros...Já inventei histórias de final feliz
Para dar esperança a quem precisava...
Já sonhei demais,
Ao ponto de confundir com a realidade...
Já tive medo do escuro,
Hoje no escuro "me acho..me agacho..fico ali"...
Já caí inúmeras vezes
Achando que não iria me reerguer,
Já me reergui inúmeras vezes
Achando que não cairia mais...
Já chamei pela mamãe no meio da noite
Fugindo de um pesadelo,
Mas ela não apareceu
E foi um pesadelo maior ainda...
Já chamei pessoas próximas de "amigo” E descobri que não eram;
Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada
E sempre foram e serão especiais para mim...
Não me dêem fórmulas certas,
Porque eu não espero acertar sempre...
Não me mostre o que esperam de mim,
Porque vou seguir meu coração!...
Não me façam ser o que eu não sou,
Não me convidem a ser igual,
Porque sinceramente sou diferente!...Não sei amar pela metade,
Não sei viver de mentiras,
Não sei voar com os pés no chão...
Sou sempre eu mesmo,
Mas com certeza não serei o mesmo para sempre.


Autor: desconhecido (por mim).
 
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