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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Vida de amante

Pessoal estava lendo este texto e achei muito interessante, coerente e que mostra exatamente o que acontece com algumas pessoas. Ser a outra ou o outro é uma cruz difícil de carregar. Com um olhar apurado, entenda como o triângulo amoroso é formado e saiba superar...

Por
Márcia Atik - Psicologia Texto original no site MinhaVida.

Esse texto surgiu por conta de uma demanda enorme de dúvidas que recebi de internautas sobre ser amante, ter amante ou mesmo ser vítima de um amante. Num primeiro momento, vem à mente a imagem da "femme fatale", aquela mulher sem escrúpulos que inferniza e atormenta a vida de casais felizes. Apesar da minha intimidade em lidar e me envolver com questões ligadas à sexualidade, confesso que fiquei um tanto perdida, pois idéias e verdades absolutas (e outras nem tanto como veremos) me assaltaram e percebo que isso ocorreu por conta da mudança da sociedade, do papel e dos anseios da mulher.

Desde já ressalto que me restringirei apenas às amantes mulheres. Mas isso não quer dizer que a recíproca não seja verdadeira nesse momento de igualdade sexual. Admito que ainda há homens que se satisfazem em se relacionar com mulheres comprometidas, seja por amor, comodismo, opção ou ânsia de preservarem sua individualidade e liberdade, como muitos pensam.

Mas como eu dizia vou tentar dissecar um pouco esse papel tão malvisto, perseguido, vilipendiado, porém presente nas melhores famílias e também naquelas acima de qualquer suspeita. Porque o fato de se apaixonar, se interessar ou mesmo desejar uma pessoa foge totalmente do controle racional.
Não quero aqui fazer uma apologia do adultério e da traição. E sim enxergar sem falso moralismo uma prática que existe e, na maioria das vezes, quando descoberta é vivenciada com a força de um furacão destruidor e, na medida em que discutimos, dissecamos e trazemos à baila da razão, podemos até auxiliar casais que estão à beira do precipício por conta dessa situação.

Na terapia de casal não é raro deparar com a amante principalmente como um sintoma do casamento ou do momento de individualidade de seus membros. Questões que se bem trabalhadas pelo casal, caso necessário com ajuda terapêutica, podem resultar num desfecho surpreendente, quer unindo de vez o casal ou separando se essa for a melhor solução. Mas com uma compreensão realista da vivência que diminui e muito as dores que, sem dúvida, vêm no rastro dessa situação.

Na maioria dos casos, ainda se vê o modelo antigo e arcaico de se ter uma amante para perpetuar o poder do macho no sentido de posse ou para exercer na realidade a fantasia do sultão em seu harém. Claro que os motivos diferem de acordo com a história pessoal e até da camada social.

Aqui eu gostaria de falar da mulher que antigamente seria a “teúda” e “manteúda”. Mas isso mudou e, apesar da motivação masculina não ter mudado muito, a da mulher ganhou contornos mais independentes. Ela pode ter a limitação do romance escondido, mas apesar disso, cultiva de forma especial uma vida própria com suas amizades sem que o investimento na relação secreta as deixe solitárias e excluídas da sociedade como no modelo tradicional das mulheres que por amor, carência ou modo de vida subjugavam-se ao “sexo-poder”.

Como repercutem ainda na criação e nas experiências familiares, muitas moças preferem o modelo de relacionamento da esposa subordinada ao marido para se preservarem donas da sua própria vida.

Também existe uma exacerbação do romantismo e do amor de perdição que numa determinada fase da vida fazem com que o homem proibido ou impossível seja o que mais satisfaça.

É verdade que apesar disso o modelo da amante ameaçadora que telefona e faz chantagem ainda existe. Mas isso ocorre na minoria dos casos, pois em sã consciência fugir da pseudo-prisão do casamento e cair numa arapuca dessa ninguém merece! Contudo, infelizmente ainda se vê isso e neste caso quem mais procura apoio psicológico são as vítimas dessa situação: maridos e esposas, traídos e traidores, ficam perdidos quando isso ocorre.

As mil facetas do adultério e da traição são difíceis de serem descritas, porém o que vale aqui é chamar a atenção para essa vivência que, por inúmeros motivos intrapsíquicos, são fomentadas e quando as pessoas se dão conta estão vivendo num carrossel de emoções.

A princípio, pode ser agradável pela descarga de adrenalina, mas com o amadurecimento esperado das relações, essas emoções ou sucumbem ou geram grande dor e sentimento de desvalia.

Portanto vale analisar com carinho e sem paixão a motivação que leva as pessoas a se envolverem em relacionamentos que trazem pouca contribuição ao desenvolvimento pessoal.

Com medo de ser tachada de moralista, explico que é uma relação pela metade, assim como a esposa também o é na grande maioria dos casamentos. Essa dicotomia aparece em razão da polarização dos papéis de esposa e amante.
Do lado da esposa existem as preocupações e obrigações; do lado da amante, o prazer sexual e as conversas interessantes. Isso tudo numa busca incondicional de dois valores fundamentais: a preservação da liberdade e o bom relacionamento sexual.

Diferente do que possa parecer, o papel da amante com a possibilidade de ser sujeito, escolher, optar e ser independente fica nula, pois a amante submete-se, na maioria das vezes, a um papel passivo e até humilhante. Fica sempre à espera do parceiro e não é assumida na sua completude, sendo parcialmente companheira com muitas limitações. Provoco mais uma reflexão: os amantes escolhem ou apenas se conformam com esse tipo de relacionamento?

Numa época em que não se aceita mais ser metade não valeria a pena rever conceitos e necessidades para que as buscas fossem coerentes? Sei que sou romântica nessa leitura da possibilidade de acabar com as mazelas ou imperfeições. Mas, como diria o poeta, tudo vale a pena se a alma não é pequena
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sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Opinião de um homem sobre o corpo feminino


Michael Bolton - When A Man Loves A Woman


Não importa o quanto pesa.

É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher.
Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção.Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim.

Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas.

As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas... . Essa classe de corpo que, semdúvida, se nota numa fração de segundo.

As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas esem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los.

Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras.

A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa.

Os cabelos,quanto mais tratados, melhor.As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas... Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco?

Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão.

É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde.

Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é linda.

As jovens são lindas... mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado.

O corpo muda... cresce.

Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo.

Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas, ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (sem sabotagem e sem sofrer); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza.

Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol' nem em spa... viveram!

O corpoda mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos.

Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se!
A beleza é tudo isto.

Paulo Coelho (pelo menos recebí como.)

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Gostar de Mulher...


Bryan Adams - Have you ever really loved a Woman


Em uma exposição de fotografias, ouvi a seguinte frase do fotografo:

“Para fotografar o nu feminino, é preciso gostar de mulher". Eu sorri, porque na minha cabeça aquilo parecia meio óbvio, mas, antes que qualquer um fizesse algum comentário, ele completou:

- Não se trata de gostar de mulher no sentido sexual, ter tesão por mulher nua, ou essas coisas. Isso pode ter também, mas, se trata de gostar de mulher, em um sentido mais profundo.
Gostar do universo feminino,observar que cada calcinha é única Não basta ser heterossexual, aquele machão latino.

Para gostar de verdade de uma mulher,são necessários outros requisitos que são raros. Por isso as mulheres andam insatisfeitas, sensibilidade e paciência são fundamentais. - O homem que não tem paciência para escutar a necessidade que a mulher tem de falar, ou sensibilidade para cativá-la a cada dia, não gosta de mulher. Pode gostar de sexo com mulher, o que é bem diferente.

Gostar de mulher é algo além. É penetrar em seu universo, se deliciar com o modo com que ela conta todo o seu dia, minuto a minuto, quando chega do trabalho. É ficar admirando seu corpo, ser um verdadeiro devoto do corpo feminino, das curvas, do cabelo, dos seios. É cultuar a sagacidade feminina, sua intuição, admirar seu sorriso, que é muito mais espontâneo que o nosso.

Gostar de mulher é querer fazê-la feliz. Levar flores sem nenhum motivo a não ser ver seu sorriso. É escutar pacientemente todas suas queixas.

O homem que gosta de mulher não está preocupado com quantas mulheres ele já fez sexo durante a vida, mas sim, com quantas mulheres ele fez amor, quantas mulheres ele realizou sexualmente, quantas mulheres se sentirem desejadas, amadas, únicas, deusas.
O homem que gosta de mulher, não faz sexo com a mulher. Ele penetra não só o corpo, mas a alma, respirando, sentindo e amando cada pedacinho dela. "Para viver um grande amor é necessário ser de sua dama por inteiro", afirmou Vinícius de Moraes.

Para amar verdadeiramente uma mulher, o homem deve ser totalmente fiel, amá-la até a raiz dos cabelos, admirá-la e se deixar apaixonar todo dia pelo seu sorriso ao despertar,conquistá-la e seduzi-la, como se fosse a primeira vez.
O homem que não tem paciência, tesão, competência para seduzi-la várias e várias vezes,não se iluda, não gosta nem um pouco de mulher.

Os que gostam de mulher é que conquistam várias vezes, a mesma mulher. E isso que gratifica, fortalece e dá uma nova dimensão do amor.

Gostar de mulher é penetrar em seu universo, não é torná-las cativas, é sim, admirá-las em sua insuperável liberdade.Uma das músicas com que mais me identifico é “Have you really ever loved a woman.” do cantor Bryan Adams.
A música é tema do filme Don Juan de Marco e em uma tradução livre, quer dizer
“Você já amou realmente uma mulher?".

A música fala sobre a necessidade de se conhecer os pensamentos femininos, os sonhos e da forma para amar realmente uma mulher. Essa música é perfeita.


Como se vê, gostar de fazer sexo com uma mulher, é fácil.Agora, gostar de mulher, é dificílimo!



Autor desconhecido.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

A difícil arte das mulheres usarem um banheiro público


Minha mãe ficava histérica com os banheiros públicos. Quando pequena, me levava ao banheiro, me ensinava a limpar a tampa do vaso com papel higiênico e a cobrir cuidadosamente, com tiras de papel, toda a borda.

Finalmente me instruía: "Nunca, NUNCA se sente em um banheiro público". Logo me mostrava “a posição", que consiste em se equilibrar sobre o sanitário em uma posição de sentar sem que o corpo entre em contato com o vaso.

Isso foi há muito tempo mas, ainda hoje, em nossa idade adulta, "a posição" é dolorosamente difícil de manter quando a bexiga está quase estourando. Quando você "tem que ir" a um banheiro público, sempre encontra uma fila de mulheres que te faz pensar que as cuecas do Brad Pitt estão à venda pela metade do preço.

E, assim, espera pacientemente e sorri amavelmente às outras mulheres que também estão, discretamente, cruzando as pernas. Finalmente é a sua vez. Você olha cada cubículo por baixo da porta pra ver se não há pernas.

Todos estão ocupados mas, finalmente, uma porta se abre e você entra quase jogando a pessoa que está saindo.

Você entra e percebe que o trinco não funciona mas... Não importa...
Você pendura a bolsa no gancho que tem atrás da porta e, se não tem gancho, você a pendura no pescoço mesmo, enquanto se equilibra, sem contar que a alça da bolsa quase corta a sua nuca, porque está cheia de porcarias que você foi jogando dentro, das quais não usa a maioria, mas as tem aí para o caso de "e se eu precisar?"

Mas, voltando à porta... Como não tem trinco, só lhe resta a opção de segurá-la com uma mão enquanto, com a outra, você abaixa a calcinha e fica "em posição"...

Alívio... Ahhhhhh... Mais alívio... Aí é quando suas pernas começam a relaxar e você adoraria sentar, mas não teve tempo de limpar o vaso e nem cobrir com papel. Nessa hora você quase tem um treco de tão aliviada... Aí dá uma desequilibrada e erra a mira.

Pronto!!!! O suficiente pra ficar molhada até as meias, e é obvio que dá pra notar. Para afastar o pensamento dessa desgraça, você procura o rolo de papel higiênico... maaaas.. hehehe... O rolo tá vazio...! E as suas pernas continuam querendo relaxar.
Aí você lembra de um pedacinho de papel que tá na bolsa, meio usado porque você já limpou o nariz nele, mas vai ter que servir... Você o amassa pra absorver o máximo possível, mas ele é muito pequeno e ainda tá sujo de meleca.

Nisso alguém tenta entrar e, como o trinco não funciona, você recebe uma baita portada na cabeça.

Aí você grita "tem genteeeeee" enquanto continua empurrando a porta com a mão livre, e o pedacinho de papel que você tinha na mão cai exatamente em uma pequena poça que tinha no chão e você não sabe se é água ou xixi... Hehehe... Aí você vai de costas e desequilibra, caindo sentada no vaso.

Você se levanta rapidamente mas já é tarde... Seu traseiro já entrou em contato com todos os germes e formas de vida do vaso porque VOCÊ não o cobriu com papel higiênico que, de qualquer maneira, não havia, mesmo se você tivesse tido tempo de fazer isso.

Sem contar o golpe na cabeça, o quase corte na nuca pela alça da bolsa, a espirrada de xixi nas pernas e nas meias, que ainda estão molhadas... a lembrança de sua mãe, que estaria terrivelmente envergonhada de você, porque o traseiro dela nunca sequer tocou o assento de um banheiro público porque, francamente, "você não sabe que tipo de doença poderia pegar".

Mas a aventura não termina aí...
Agora a descarga do banheiro, que tá tão desregulada que jorra água como se fosse uma fonte, e manda tudo pro esgoto com tanta força que você tem que se segurar no porta-papel (quando tem) com medo de que aquele negócio te leve junto e te mande pra China.

Aí é, finalmente, quando você se rende... Está ensopada pela água que saiu da privada como uma fonte.

Você está exausta!!!

Tenta se limpar com uns “papéizinhos” de chiclete Trident que estavam na bolsa e, depois, sai discretamente em direção à pia.

Você não sabe muito bem como funcionam as torneiras automáticas também e então sai aquele jato de água que dura um segundo e você têm que ficar dançando com as mãos em frente da torneira p/ conseguir tirar todo o sabão (quando tem) das mãos.

Enxugar as mãos é impossível quando se depara com aqueles ventiladores. Depois de alguns soprinhos e muito barulho (sem encostar no aparelho por que você já leu na internet que pode ser eletrocutada), você acaba enxugando as mãos na própria roupa mesmo, enquanto passa pela fila de mulheres que ainda estão esperando com as pernas cruzadas e, nesse momento, você é incapaz de sorrir cortesmente.

Uma alma caridosa, no fim da fila, te diz que você tá com um pedaço de papel higiênico do tamanho do rio Amazonas grudado no sapato!
Você puxa o papel do sapato e joga na mão da mulher que disse que tava grudado e lhe diz, suavemente: "Toma! Você vai precisar!“... e sai.

Enquanto isso seu namorado ou marido, que entrou, usou e saiu do banheiro masculino, e teve tempo de sobra pra ler "Guerra e Paz" enquanto esperava, te pergunta: "Porque demorou tanto?"

É nessa hora que você dá um pontapé nele e o manda se catar!!!!

Isto é dedicado a todas as mulheres, de todas as partes do mundo, que já tiveram que usar um banheiro público.

E, finalmente, explicar a vocês homens, porque nós demoramos tanto.

Dica importante:

Homens, nunca perguntem por que demorarmos tanto num banheiro público!

Recebi por e-mail e estava assinado como:

Angélica / Ramona / Ge.

 
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