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segunda-feira, 14 de março de 2011

Visa Travel Money – Orlando

VisaQuando contatei a casa de cambio que normalmente utilizo para aquisição de dólar ou traveller check fui surpreendido com a opção do VTM (Visa Travel Money).

Já vi propaganda deste produto em vários bancos, quem sabe o seu também tenha. E o que ele pode fazer por mim?

Na verdade estamos falando de um cartão pré-pago utilizável no exterior que te oferece algumas facilidades:

• Pode carregar em Dólar, Euro, Libra Esterlina
• Compras e saques são realizados na moeda do país
• O cambio permanece o mesmo da compra
• Pode ser recarregado à distância e a qualquer momento
• Central de Atendimento 24h em Português
• Consulta de saldo e extrato pela internet
· Isenção de IOF ao utilizar o cartão no exterior
· Não tem mensalidade nem anuidade

Na verdade não estou querendo vender nada para ninguém, estou somente enaltecendo as facilidades que pude aproveitar quando adquiri o meu.

A facilidade foi imensa nos parques, lojas, restaurantes, lojas de conveniência, postos de gasolina, sacar dinheiro, etc.

Para que vocês tenham uma idéia comprei água, sorvete, refil de refrigerante nos carrinhos dos parques e utilizei várias vezes o cartão.

Os gastos são computados online o que facilita muito o seu controle de caixa.

Realmente para mim esta foi uma grande aquisição, só o fato de você não precisar andar com dinheiro “vivo” nos parque ajuda muito, mas, cuidado. Não basta levar apenas o VTM, o cartão de crédito e o dinheiro podem te ajudar principalmente como comprovação dos valores na imigração americana.

Não vou dar mais dicas, para isto ofereço dois lugares maravilhosos o Viajando para Orlando e o Dicas da Gre, em ambos os locais você estará muito bem servido.

Espero ter passado há vocês um pouco daquilo que vivi neste sonho maravilhoso. Recomendo a aqueles que têm este mesmo sonho que faça com que ele aconteça independente do tempo que levar.

Beijos a todos.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

O que posso trazer de uma viagem ao exterior

Recentemente o governo brasileiro fez algumas alterações naquilo que podemos trazer do exterior em uma viagem, estas mudanças estão no Instrução Normativa RFB 1.059/2010 e Decreto nº 6.759/09 (arts. 87, 101, 102 e 155 a 168).

Não sei se é de conhecimento de todos, mas, quando se regressa ao Brasil você pode se enquadrar em uma série de situações:
- O que posso trazer - cota de isenção;
- Compras no Free Shop;
- O que não posso trazer;
- O que fazer quando estiver chegando ao Brasil portando valor superior a R$10.000,00 (dez mil reais);
- O que fazer?

Como o assunto é deveras extenso resolvi “quebrá-lo” em três partes, hoje, por exemplo, vamos falar O que posso trazer na cota de isenção e Compras no Free Shop.

O que posso trazer - cota de isenção
Quando retornar ao Brasil o brasileiro tem direito a trazer alguns produtos com isenção de tributos, mas, para isto deve observar algumas regras:
- Os produtos não podem ser utilizados para fins comerciais, exposição para venda ou venda sem a autorização prévia do fisco e o pagamento dos referidos tributos.
- Itens que são considerados como bagagem do passageiro: roupas e outros artigos de vestuário, artigos de higiene, beleza ou maquiagem, calçados, livros, folhetos e periódicos, ferramentas, máquinas, aparelhos e instrumentos necessários ao exercício de sua profissão, arte ou ofício, individualmente.
- Outros bens desde que observado o valor e o limite quantitativo. O limite de valor corresponde a:

a) US$ 500,00 (quinhentos dólares dos Estados Unidos) ou o equivalente em outra moeda, quando o viajante ingressar no País por via aérea ou marítima; e

b) US$ 300,00 (trezentos dólares dos Estados Unidos) ou o equivalente em outra moeda, quando o viajante ingressar no País por via terrestre, fluvial ou lacustre.
O limite quantitativo corresponde a:
a) bebidas alcoólicas: 12 litros, no total;
b) cigarros: 10 maços, no total, contendo, cada um, 20 unidades;
c) charutos ou cigarrilhas: 25 unidades, no total;
d) fumo: 250 gramas, no total;

Via aérea ou marítima:
e) bens não relacionados nos itens “a” a “d” (souvenirs e pequenos presentes), de valor unitário inferior a US$ 10,00: 20 unidades, no total, desde que não haja mais do que 10 unidades idênticas; e

f) bens não relacionados nos itens “a” a “e”: 20 unidades, no total, desde que não haja mais do que 3 unidades idênticas

Via terrestre:
e) bens não relacionados nos itens “a” a “d” (souvenirs e pequenos presentes), de valor unitário inferior a US$ 5,00: 20 unidades, no total, desde que não haja mais do que 10 unidades idênticas;

f) bens não relacionados nos itens “a” a “e”: 10 unidades, no total, desde que não haja mais do que 3 unidades idênticas.

Compras no Free Shop
Quando retornar ao Brasil o brasileiro tem direito a adquirir produtos com isenção de tributos nas lojas francas (duty free shops) dos portos e aeroportos, mas, somente após o desembarque e antes de sua apresentação à fiscalização aduaneira, o valor total é de até U$ 500.00 (quinhentos dólares dos Estados Unidos).

Esse valor não é debitado da cota de isenção de bagagem a que o viajante tem direito.

Além do limite global de U$ 500.00 (quinhentos dólares dos Estados Unidos), as mercadorias adquiridas nas lojas francas estão sujeitas aos seguintes limites quantitativos:
a) 24 unidades de bebidas alcoólicas, observado o quantitativo máximo de 12 unidades por tipo de bebida;
b) 20 maços de cigarros de fabricação estrangeira;
c) 25 unidades de charutos ou cigarrilhas;
d) 250g de fumo preparado para cachimbo;
e) 10 unidades de artigos de toucador;
f) 3 unidades de relógios, máquinas, aparelhos, equipamentos, brinquedos, jogos ou instrumentos elétricos ou eletrônicos;

Menores de 18 anos, mesmo acompanhados, não podem adquirir bebidas alcoólicas e artigos de tabacaria.

Obs.: Bens adquiridos nas lojas francas do Brasil, no momento da partida, nas lojas duty free no exterior e os adquiridos em lojas, catálogos e exposições duty free dentro de ônibus, aeronaves ou embarcações de viagem têm o mesmo tratamento de outros bens adquiridos no exterior, passando a integrar a bagagem do viajante.

Em resumo, essas mercadorias não aproveitam do benefício da isenção concedido às compras nas lojas francas do Brasil, efetuadas no momento da chegada do viajante.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Bretton Woods você sabe o que é?

Muita gente nem sonha deve estar imaginando um lugar ou alguém, mas, prometo que serei rápido e não muito chato, afinal assuntos econômicos são um porre para muitas pessoas. Bom já deu para perceber que não se trata de lugar nem pessoa.

Em 1944 enquanto ainda a guerra rolava os 45 países aliados se reuniram Mount Washington Hotel, em Bretton Woods, New Hampshire, a intenção naquela data era fazer im plano de gerenciamento economico e ditar as regras das relações comercais internacionais.

O mais interessante disto foi que todas as regras foram negociadas.

Outra negociação foi a moeda, acordou-se que a moeda base seria o dolar os aliados passariam a estar ligadas ao dólar variando numa estreita banda de +/- 1% e o dólar estaria ligado ao Ouro. Bom, ainda nesta discussão criou-se o FMI (Fundo Monetário Internacional) e o Banco Mundial.

Então lembre-se que a guerra não havia acabado, não se sabia quem venceria e os 45 países elegeram os Estados Unidos da América.

Cara, por 20 anos o acordo funcionou, mas, tudo sempre tem um, mas, os problemas começaram a surgir na década de 60. Como os americanos estavam com problemas internos para pagar suas dividas resolveram emitir mais moeda.

Binnngooo!


Os outros aliados também tiveram que emitir moeda para manter a paridade do cambio e estavam gerando inflação fantasiosa. Não bastasse isto outra coisa que explodiu foi a balança comercial em 64 o superávit era de 6,8 milhões, em 71 havia um déficit de 2,9 milhões.

Sem contar que de tanto todos emitirem moeda não havia mais o lastro do ouro, deste jeito nem todo o ouro do mundo bastaria.

Em 15 de Agosto de 1971 o presidente Nixon chutou o balde e acabou com o acordo de Bretton Woods e à convertabilidade do dólar em ouro. Os caras fecharam as bolsas por uma semana para botar a casa em dia.

De lá para cá umas coisas acabaram e outras continuaram valendo.

Bom gente, outro dia eu continuo com esta ou outra história.
 
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